sexta-feira, 24 de outubro de 2008

A vida como inspiração!

Imagino a felicidade do pai ao ouvir pela primeira vez a batida do coração do filho. Ainda na barriga, uma vida. Uma responsabilidade. Amor incondicional. Sangue do sangue. Descrever isso parece uma das tarefas mais difíceis a que me dispus. Primeiro porque ainda mãe não sou (mas serei, se Deus me permitir). Segundo, porque homens sentem diferente, amam diferente. Talvez na sua essência de “ter que ser forte”, nem sempre demonstrem a verdade. Aquela essência natural, adquirida desde os tempos das cavernas. Desde sempre. Que percorre suas veias, quando a emoção passeia pelo corpo todo. Mas as portas dos olhos se fecham, trancando as lágrimas belas da sensação de saber que a partir daquele momento, não se é mais sozinho no mundo. Que seu sangue continuará em outro corpo, em outra vida. Um misto de “ser forte” e “ser sincero”. Uma imensidão de sensações. Inexplicavelmente, tudo se explica. Pura e simplesmente, porque o amor acontece. Um amor paternal e maior do que qualquer outro já sentido. Sou mulher. Jamais saberei se isso é real. Mas eu sei que o coração sente. Que as pernas tremem. Que a vida surpreende. Que é possível até os mais enormes “brutamontes” se transformarem em pequenos homens encharcados de lágrimas. Tudo isso por amor. Por que aos homens foi dado o direito a vida. A ser uma vida. A fazer outra vida. E eu... Quem dera, justo a mim ter sido dada a inspiração para escrever sobre isso. Nos meus mais misteriosos medos, eu sinto... ... tudo isso. OBS.: Aos pais que amam seus filhos... e aos bebês homens da minha vida: Davi, Olívio e Daniel.

2 comentários:

Léo Pucci disse...

Ciçaa.... ta ótimo...
Adorei, amei...

è cerdade... é um sentimento inexplicavel sem nenhum precedente.

Como digo sempre, hoje, eu vivo e morro por um homem...
O homem da minha vida!

Meu rei, Davi.

Bjos querida,
adoro vc... eterna cunha... rsrsrsrs

Guilherme Floriani disse...

Adoro como fecha seus texto:

"Por que aos homens foi dado o direito a vida. A ser uma vida. A fazer outra vida."

Não significa que encerra o assunto, ótimo.