segunda-feira, 12 de abril de 2010

Qualquer

Era uma noite qualquer
Quando teus olhos passaram por mim
Intrépidos nos goles, as vozes

Era assim, uma noite qualquer
Tuas mãos passavam por mim
Em copos, cheios, intensos

Era uma noite qualquer
E teus lábios audaciosos
Contavam sonhos, desejos

Era assim, uma noite qualquer
Embriaguez de luzes, insanas
Vorazes ficaram, palavras

Era uma noite qualquer
Num tempo qualquer
De um jeito qualquer
Um qualquer único
Meu e seu

Um comentário:

Por que você faz poema? disse...

De qualquer forma vale a pena.